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    ''O direito a ser iguais, quando a diferença nos inferioriza; o direito a ser diferentes, quando a igualdade nos descaracteriza''.

Informação geral.


Depois de algum tempo tendo problemas com o blog, hoje dia 17 de Setempro de 2013 eu consegui arrumar o lealt e o template. Estarei postando alguns textos que já tenho pronto. E para deixar bem claro, todos os textos que aqui são postados são registrados por data e hora de postagem pelo blogspot que faz parte do google.com. Os textos que não são de minha autoria terão o nome do autor em baixo do texto em questão. Já os que não têm nome por logica devera ser os meus. Espero que gostem do blog, e agradeço se puderem comentar as postagens.

Grato: Welder Campos Rodrigues.

Paixão de festa, dança, amor e fuga!



E num requebrado, tornou-se dele a Marie Belath. Ele? Seu eterno namorado. Eterno sim. E em seu quadrado, pôs-se a suspirar por aquela dama de cetim.
Ela alternava entre Elvis, entre Maysa, e à lá Carmem e requebrava. Sangue fervia. E ele pobre coitado a almejava, aplaudindo ao final de toda louca melodia.
Ao findar das canções, o espaço esvaziou-se e quase todos os corações, sobraram dois. E sem uma ou duas razões, Marie aproximou-se três segundos depois.
E o music bar foi insuficiente para tanto sangue a pulsar.
Tudo tão sem defeito.
De ardor encheu-se o ar. Queria-o mais que tudo, queria-o de todo jeito.

Eis que então, beijaram-se de súbito, rangendo os lábios de paixão.
Foi intenso, Maria afagou-se com um lenço, num minuto imenso.

- Como chamas?
- Miguel, que há muito tanto amas.
Ela o olhou surpresa. Ele a ignorou com um beijo ao som do blues.
Como toda artista, tinha Marie um camarim na periferia de sua vista. Como num cinema, Miguel, um ensaísta, ofereceu um Vogue para uma noite plena.
Uma noite indecente foi embalada pela paixão de um casal carente.
Marie disse please. E em sua mente, Miguel sossegou-a até sorrir feliz.

Amanheceu, e o coração de Miguel a musa de cetim se esqueceu.
Porque o amor logo se move quando em tudo chove.

Marie voltou ao Rio.
Miguel sorriu.
Marie fugiu do norte.
Não teve sorte.
Marie cantou Come Back, e abriu um leque, para lembrar-se de Miguel.

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Viva o Livre!

Declaro aberto os portões desta Sociedade Alternativa. Sintam-se platéia de um palco cheio de personagens que nem eu sei de onde vieram.
A única coisa que sei é que eles estão dentro de mim e que vão começar a aparecer.

Melhor se acomodar, que a cortina já abriu...

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