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    ''O direito a ser iguais, quando a diferença nos inferioriza; o direito a ser diferentes, quando a igualdade nos descaracteriza''.

Informação geral.


Depois de algum tempo tendo problemas com o blog, hoje dia 17 de Setempro de 2013 eu consegui arrumar o lealt e o template. Estarei postando alguns textos que já tenho pronto. E para deixar bem claro, todos os textos que aqui são postados são registrados por data e hora de postagem pelo blogspot que faz parte do google.com. Os textos que não são de minha autoria terão o nome do autor em baixo do texto em questão. Já os que não têm nome por logica devera ser os meus. Espero que gostem do blog, e agradeço se puderem comentar as postagens.

Grato: Welder Campos Rodrigues.

Ultimo dia do ano de 2012.




Outro dia descobri o significado da âncora e achei muito interessante.
Ela é um símbolo de firmeza, tranquilidade e fidelidade.
É a parte estável do nosso ser, que é capaz de manter a firmeza em meio as tempestades. 

E se pararmos para pensar quantas tempestades nós já superamos até hoje?
Muitas não é mesmo?
 Algumas delas tão fortes que nós achávamos que nem iríamos suportar, porém estamos aqui, firmes, contando a história e compartilhando os nossos aprendizados... 

O nosso maior erro é deixar a nossa fé se abalar, duvidando do nosso potencial. As dificuldades surgem em nosso caminho para nos testar e para nos deixar mais fortes.
Não é com medo ou sentindo pena de nós mesmos que nós conseguiremos resolver as coisas.
É preciso enfrentar!
Ter um pouco de teimosia também nós faz bem. Nascemos para sermos muito felizes e não podemos nos contentar com menos.

É com esse espirito de motivação que devemos começar o nosso ano.
Não esperando apenas as coisas acontecerem, mas sim, fazendo por onde elas acontecerem!
Já dizia aquele velho ditado: "Deus ajuda a quem cedo madruga."
Portanto, vamos criar, buscar, sonhar...
A vida tem que estar em constante movimento!


.... \o/ ....


E neste ano novo bem mais do que nos outros, eu quero me sentir feliz.
Uma felicidade que não está condicionada à realização das coisas que particularmente, anseio para mim.
Para a minha história nesse mundo.
Para esse personagem que eu visto.
Quero, antes de qualquer outra razão, me sentir feliz por encontrar descanso e contentamento no meu coração.
Por tocar com o sentimento a preciosidade da vida.
Por saber que existem coisas para eu realizar enquanto estou por aqui.
Por acreditar que a maior proposta da idéia humana é a felicidade. 
Não importa quantas nuvens eu possa ter que dissipar no ano que começa.

Encerro esse ultimo texto de 2012 desejando muitas felicidades para todos.
E que 2013 venha recheado de coisas boas, aprendizado, conquistas, vitórias...
E que você que acabou de ler esse meu texto, se inspire para ser a mudança que você quer na sua vida!
Um grande abraço, e viva, viva a Sociedade do Blog Alternativo!
E até o ano que vem! 

Nunca!




Não adianta.
Eu nunca vou conseguir tomar sorvete sem me lambuzar feito uma criança de cinco anos.
Eu nunca vou aprender a beber café, colocar água na forminha de gelo sem derramar, nem conseguir soltar uma gargalhada um pouco mais baixa.
Eu nunca vou parar com a mania de roer as unhas ou deixar um pouco de suco de uva no copo.
Eu nunca vou deixar de sentir tremores em todos os andares do meu corpo ao perceber que estou sendo encarado por qualquer pessoa que seja.
Não adianta, não há solução, não vim com devolução de fábrica.
Eu sou assim e ponto.
Nunca vou me acostumar em acordar cedo, como também nunca vou me acostumar com o fato de ter mais gente passando fome do que mais gente dando valor ao pouco que possui.
Nunca vou entender porque algumas pessoas andam com o nariz empinado como se elas fossem as melhores do mundo, mesmo sabendo que não são.
Nunca vou conseguir deixar de bater o dedinho do pé na quina, como também nunca vou conseguir entender o que o locutor de futebol na rádio está narrando.
Eu nunca vou deixar de odiar o cheiro de cigarro.
Nunca vou aprender a chupar laranja sem fazer algum barulho, como também nunca vou aprender a fazer as malas para uma viajem sem esquecer alguma coisa.
Eu nunca vou saber, de fato, receber um elogio.
Quando eu não rio de nervoso, rio de ironia.
E, ah, eu nunca vou conseguir deixar de ironizar tudo. Nem de falar sério, rindo.
Nunca.
Eu nunca vou me acostumar com a ideia de que, sim, existe quem seja capaz de maltratar um animal, uma criança ou um idoso.
Eu nunca vou entender porque a população ainda aplaude de pé ou abre a boca pra falar bem de algum político.
Eu nunca vou compreender essa sociedade hipócrita em que vivo. 
Nunca vou conseguir olhar pra minha mãe e não ver a maior heroína de todos os tempos, como também nunca vou conseguir entender como alguém não consegue se afeiçoar a própria mãe.
Nunca vou entender qual a tamanha graça em fingir sentimentos, usar pessoas e maltratar corações desamparados.
Eu nunca vou ser a favor da aproximação por interesse, como também nunca vou ser contra a sinceridade de cara limpa.
Eu nunca vou ser capaz de enxergar um motivo realmente bom para que a espécie humana ainda exista. 
Nunca, nunquinha. 
Eu nunca vou entender porque eu continuo escrevendo como se soubesse quem sou, mesmo sem saber.

Que eu possa ser feliz!




Que a felicidade não dependa do tempo, nem da paisagem, nem da sorte, nem do dinheiro. 
Que ela possa vir com toda simplicidade, de dentro para fora, de cada um para todos. 
Que as pessoas saibam falar, calar, e acima de tudo ouvir. 
Que tenham amor ou então sintam falta de não tê-lo. 
Que tenham ideais e medo de perdê-lo. 
Que amem ao próximo e respeitem sua dor. 
Para que tenhamos certeza de que: 
Ser feliz sem motivo é a mais autêntica forma de felicidade.


Carlos Drummond de Andrade.

Imorais - Zélia Duncan


Dingo-bel-dingo-bel




Dingo-bel-dingo-bel: diz a música que todos conhecem e conseguem balbuciar juntos. Enfim, é natal!
É natal e a cidade está enfeitada, cheia de luzes e símbolos de paz, amor, saúde e outras tantas coisas que todos nós almejamos.
As propagandas da tevê são as mais oferteiras possíveis.

Aqui não neva, mas toda chuva que cai é motivo de alegria. Aliás, tudo é motivo de alegria, afinal, é natal.
É natal e os mais variados tipos e tamanhos de Papais Noeis estão por todo lugar. As crianças correm desesperadas tentando alcançar o brinquedo dos sonhos. Os adultos correm apressados pra comprar os presentes e os ingredientes para a tão famosa ceia do dia 25.
Que época mágica, não?
É o que dizem por aí.

Há boatos de que o espirito natalino muda as pessoas, nem que apenas por alguns dias. Talvez seja verdade, talvez não.
Acho que o que muda as pessoas de verdade não é o natal, o Papai Noel ou os sinos a tocarem, mas sim a esperança.
O natal é a época do ano em que o nosso baú de esperança e desejos transborda, por isso nos tornamos pessoas melhores.
A verdade é que tentamos ter um bom coração sempre, mas sempre é um tempo muito extenso e isso nem sempre é possível.

“Se você não se comportar, o Papai Noel não vai passar em seu trenó pra entregar o seu presente”: dizem os adultos às crianças, mesmo não acreditando em nenhuma dessas baboseiras de trenó, Papai Noel, renas e afins. Eles dizem isso porque motiva os nossos pequenos projetos de humanos a serem pessoas boas e com atitudes e pensamentos bons.

O mundo precisa do natal por isso, somente o natal carrega a esperança de uma nação melhor.
O triste é que apenas nesse época do ano é que, finalmente, as pessoas lembram de ser caridosas, amorosas e honestas.
O Papai Noel existe, mesmo que habitando exclusivamente as nossas imaginações, pra nos fazer sonhar e acreditar em algo melhor, por mais que o presente ideal não seja ganho e o sonho não seja realizado.

Dingo-bel-dingo-bel: a musica ainda soa nos nossos ouvidos, como um hino que jamais sairá de moda.
É natal e abraços são sempre bem vindos. É natal e tudo de ruim e triste e feio simplesmente evapora.
É natal!
Cante, ria, dance, comemore, brinde, festeja, sorria, viva um pouco mais.
Há duendes, fadas, esquimós e bonecos de gelo ou bonecos de areia, vai saber.
É natal, mas se você ainda não percebeu, o mundo não se tornou 100% melhor por causa disso. Olhe para os lados com mais atenção e perceba que existe uma criança que não ganhará presente algum.
Você é capaz de ver aquela estrela que brilha triunfante no céu?
Acredite, existe alguém que, mesmo sendo noite de natal, não a enxerga porque está admirando o teto de um hospital. Existem milhares e milhares de pessoas que não sentem essa magia louca de natal.
O Papai Noel não é um bom velhinho como todos dizem, porque ele não é capaz de presentear todos que merecem ser realmente presenteados. Enquanto você vibra por ter um grande peru e um lindo banquete a sua espera, mesmo sendo noite de natal, existem famílias que não tem o que comer.
Sobra boa vontade e falta boas atitudes. Natal é sim, de fato, uma época de arte. O problema é que nem todo mundo sabe como ser um artista. Todos nós podemos e devemos nos tornar um Papai Noel algum dia, nem que ao menos uma vez na vida, e você não precisa contar para ninguém sobre isso.
Não, não quero dizer que todos devem engordar 80 quilos ou vestir uma roupa vermelha enquanto diz Ho-ho-ho-ho. Quero dizer que todos devem inspirar de verdade o espírito natalino e fazer alguém sorrir, ajudar outro alguém sem pedir nada em troca e dar um presente singelo sem esperar receber outro melhor.

O natal serve para que nos aproximemos de nós mesmos, de quem fomos ao longo do ano e de quem pretendemos ser.
Dingo-bel-dingo-bel: a música ainda ecoa pelos corredores do mundo e só então eu posso ter a certeza de que o natal não começa e termina agora.

O natal dura pra sempre.




Perca o ônibus por mim. 
Diga que vai esperar o próximo, mas quando o próximo passar, finja que não viu, não ouviu, não estava interessado no tempo. 
Quando tiver na hora de ir embora, peça com carinho pra que eu fique um pouco mais. 
Veja o dia virar noite em uma conversa besta e informal. 
Use a desculpa de que ainda é cedo ou ainda temos tempo sobrando, ainda temos nós. 
Deixe mil ônibus passarem, mas por favor, não me deixa passar. 
Fala, grita, segura com força a alça da minha mochila, sei lá. 
Perde o assento principal na janela, mas não se perde de mim.

Esse Cara Sou Eu



O cara que pensa em você toda hora
Que conta os segundos se você demora

Que está todo o tempo querendo te ver
Porque já não sabe ficar sem você

E no meio da noite te chama
Pra dizer que te ama
Esse cara sou eu

O cara que pega você pelo braço
Esbarra em quem for que interrompa seus passos
Está do seu lado pro que der e vier
O herói esperado por toda mulher

Por você ele encara o perigo
Seu melhor amigo
Esse cara sou eu

O cara que ama você do seu jeito
Que depois do amor você se deita em seu peito
Te acaricia os cabelos, te fala de amor
Te fala outras coisas, te causa calor

De manhã você acorda feliz
Num sorriso que diz
Esse cara sou eu
Esse cara sou eu

Eu sou o cara certo pra você
Que te faz feliz e que te adora
Que enxuga seu pranto quando você chora
Esse cara sou eu
Esse cara sou eu

O cara que sempre te espera sorrindo
Que abre a porta do carro quando você vem vindo
Te beija na boca, te abraça feliz
Apaixonado te olha e te diz
Que sentiu sua falta e reclama
Ele te ama
Esse cara sou eu

Roberto Carlos - Esse Cara Sou Eu




Sobre morte e vida, formigas e o poder de tirar uma vida!






Eu queria ser poeta. Mais sou apenas um contador de historias.

Agora, vamos contar uma história…
Uma história, algo menor que uma fábula, pouco interessante para quem assoprou as dez primeiras velas.

Ninguém presta atenção em formigas, a menos que estejam amontoadas, que façam cócegas em dedos desatentos ou levem seu chocolate embora.
Eu não tinha nenhum chocolate e minhas mãos estavam muito bem protegidas. As lágrimas escorriam. Nada que mereça uma autopiedade. Apenas a necessidade de molhar os olhos em uma madrugada que evaporava quase tudo ao meu redor.
Ao meu lado um ponto se mexia fracamente. Provavelmente os passeios até o outro lado da cama numa insônia inquietante que se assemelhava com chamas incendiando o meu corpo renderam-me uma companhia menor que a minha solidão.
Era um sopro de vida turvo, virado do avesso, com patas e antenas em movimento fraco, um córrego sem correnteza, uma gota d’água descendo a ladeira.
Tradução para uma formiga ferida em dia de luto interno.

Virei-me, pois queria ver de perto o que em outro momento, nas asas da banalidade do cotidiano, eu jamais teria prestado atenção, como vocês provavelmente não, a menos que estivessem como eu, implorando por um sopro de poesia qualquer que não viesse de vossas mãos.
Uma formiga não seria o mais adequado para chamar de poesia. Uma formiga morrendo é pouco. Uma formiga morrendo ao lado do assassino, continua sendo uma formiga. Assassino, eu? Assassino de quem? Ora, qualquer um poderia ter esmagado. Mas não era qualquer um. E era uma formiga, apenas uma. Aquela que faltaria com comida no formigueiro, sem falta, porque de falta de formiga esse mundo não sofre.
O abdômen estava levemente amassado, indo para frente e para trás, num esforço para virar-se. A dor era visível. As mandíbulas abriam-se e fechavam-se, numa luta cada vez mais perdida.
Uma ruga no meu rosto. Vá, vire-se. Não desista. Você consegue. Você está ferida, mas você consegue. Você aguenta dez vezes o peso do próprio corpo, não é isso que dizem?

Meu corpo sem alma não vale uma grama.
Espere um momento.
Eu estava mesmo torcendo por uma formiga?
Naquele ridículo momento, a vida daquele ponto preto valia alguma coisa. Valia mais do que a minha vida. Eu, chorando, naquela madrugada tenebrosa, enquanto estava protegido de frio e fome embaixo da coberta, cheio de dor, cheio de ferida, cheio de mim e vazio como o vácuo da física.
Tudo o que ela precisava fazer era parar de se mexer. A morte viria mais rápida, o sofrimento teria fim.
O pensamento mudou.
Desista. Chega. Pare com isso. A vontade que tive foi de esmagá-la com as unhas. Acabar com toda aquela dor de uma vez.
Aproximei o dedo, cutuquei-a, ela reagiu docilmente, tentando usar o meu dedo para virar-se, mesmo que suas patas já não respondessem mais.
Tola...
Eu não estou tentando te ajudar. Eu quero te matar. E você vai me agradecer por isso. “Você é muito novo para sofrer assim”.
Você vai me agradecer por tirar o gosto da vida na sua boca.
“A dor é temporária”.
Você vai implorar para que eu acabe com essa vontade de viver. Viver pra que se você só vai trabalhar?
“Todos vamos morrer um dia, aproveite a sua vida”.
Eu vou acabar com você, como esse sofrimento está acabando comigo. Sem culpa.
“Vai ficar tudo bem”.
E se fosse eu? E se fosse eu de abdômen pra cima, abdômen ferido, querendo morrer e desejando a vida? Eu teria a mesma força? Eu teria a mesma garra de me apoiar nos dedos de alguém com o golpe da misericórdia em mãos? Ou eu desistiria?
Ela já estava morta. Era só o impulso que fazia as antenas se mexerem. Onde fora parar o meu impulso?
A pergunta, na verdade é: Onde fora parar o estímulo do mundo inteiro?
Onde estava o estímulo e a irracionalidade que me fariam levantar daquela névoa e dizer a mim mesmo: Você consegue ser mais forte do que isso. Você consegue pisar em si mesmo e depois usar teus próprios pés para se reerguer, mesmo que morto você já esteja, porque teu corpo reage. Você não irá desistir tão fácil assim.
Mas minha carne sucumbira sem antes lutar. O choro aumenta. Eu podia sentir a força dentro de mim amassando meus órgãos como amassei aquela pobre formiga, sem querer.
Usei o que eu tinha de melhor para me destruir. Usei meus pés, minhas mãos, usei meu medo da morte, usei tudo isso para ser mais fácil.
Vamos acabar logo com isso, eu disse. Vamos encurtar o caminho.
Mas eu não sou tão pequeno para ser esmagado por unhas alheias. Às vezes, a fragilidade é uma dádiva. Não há mais nada o que fazer. Coloquei uma folha de papel embaixo do inseto e coloquei-a no chão, onde outras formigas ignoravam o pequeno funeral.
Ela continuava se mexendo, lutando, contradizendo a natureza, mandando pro inferno a minha fraqueza.
Lavei o rosto…
Isso dará um belo texto.
Caderno e caneta.
Eu preciso escrever sobre isso. Corri para o quarto, com a cabeça na filosofia que iria nascer a partir da luta de uma formiga para manter-se viva, quando senti embaixo dos meus pés a tragédia renascer.
Uma formiga morta, dessa vez de abdômen estraçalhado.
A tristeza estava sem companhia. A gramática é mais importante que a matéria-prima, que tipo de idiota eu sou, para considerar mais importante o baú do que o tesouro?
Que idiota eu sou, repito?
Quão humano eu sou…? Quão desprezivelmente humano e fraco eu sou?
A dor e a morte, a liberdade e a vida, a formiga, a amizade, o sentimento, a força, o papel e a caneta.
É tudo questão de prioridade.
Qual é a sua prioridade agora?
Ora, dane-se. Era só uma formiga.


Um texto para você que gosta do natal.






Para muitos, o Natal é sinônimo de presentes e de confraternização.
Após uma grande ceia, que geralmente começa à meia noite, parentes que não se vêem o ano todo aproveitam para unir a família e relembrar os bons momentos juntos. Isto proporciona muita alegria e muito regozijo. O que é bastante saudável. Mas não se deve esquecer o real sentido do Natal.

Por trás do apelo comercial que existe nesta data, temos como real motivo de celebração o nascimento de Jesus, o Filho de Deus, que veio ao mundo com a missão de resgatar a humanidade do pecado e garantir-lhe a salvação.

Jesus cresceu, cumpriu este plano divino e retornou para reinar ao lado do pai. Entretanto, é maravilhoso saber que Cristo continua conosco. Podemos gozar da companhia dele todos os dias. É este favor imerecido que nos motiva a permanecer correndo a carreira proposta por Deus rumo às nossas vitórias, visando sempre à vida eterna.

Feliz Natal!



Sobre o 21 de Dezembro de 2012, e sobre o futuro!




E se o mundo acabar? E se gases realmente saírem dos buracos da terra, um meteoro gigante cair sobre a nossa atmosfera ou o sol resolver de verdade engolir o nosso planeta?
Há tantas hipóteses, teses e perguntas.
E se os loucos e lunáticos estiverem, de fato, certos?
A pergunta é: você fez tudo o que queria fazer?
O mundo pode acabar a qualquer minuto e você continua estático no sofá da sua casa assistindo um programa ridículo qualquer na TV. O mundo pode acabar e você não vai ter roubado um beijo daquela garota por quem sempre foi apaixonado. E aí?
Você vai correr pra fazer e dizer tudo o que não fez e não disse nesses últimos tempos? A vida pode ter um fim a qualquer momento.
Então, olhe um pouco pros rastros que você deixou pelo caminho e pergunte se valeu a pena.
Você queria ser como é agora? Os seus sonhos foram realizados? Ou melhor, você lutou para realizar os seus sonhos?
Acorda, meu caro amigo e morador deste singelo blog!
Pode ser o fim dos tempos e nenhuma dessas lágrimas irá te salvar. A angústia e a mágoa não te servirão como escudo. As estrelas podem despencar do céu nesse exato segundo e tudo estará acabado.
O ódio que você guardou pra si não valerá de nada. Ninguém perguntará o que você deseja ter escrito no seu epitáfio ( lápide ) . Pra falar a verdade, ninguém se lembrará de você.
As coisas boas que você fez na vida vão ser esquecidas do mesmo modo que as coisas ruins.
O mundo estará caindo aos pedaços e, dessa vez, não será metaforicamente.
Talvez os lúcidos fiquem incrédulos, mas um dia tudo isso irá por água abaixo. A roupa de marca que você tanto fez birra pra ter, não terá mais significado nenhum. O celular de última geração que você pediu de natal e fez com que o seu pai se endividasse até o pescoço, também não. Coisas fúteis finalmente serão coisas fúteis.
Quando o apocalipse estiver acontecendo, você se lembrará de todas as vezes que deu mais importância para as coisas materiais do que para o que se é por dentro. Inevitavelmente você vai se arrepender e um nó gigantesco irá se formar dentro da sua garganta.
Os zumbis, os extraterrestres ou as máquinas destruidoras irão exterminar toda essa babaquice que a gente sempre valorizou.
Quando o buraco negro que existe no centro de nossa galáxia estiver engolindo tudo que tiver pela frente, você se recordará da sua família e das vezes em que ela foi a sua segunda opção.
E mais uma vez você vai se lamentar, porque o mundo estará acabado e nada irá poder rever essa situação.
Loucura isso, não é?
Quero dizer, chegar o dia em que todas as guerras, desavenças e conflitos não significarão nada.
Lady Gaga, Brad Pitty e Gisele Bundchen se tornarão tão humanos quanto um mendigo, um padeiro, um geógrafo  e um advogado comum.
O ganhador da mega-sena da virada pode até ser um milionário, mas dinheiro algum irá livrar ele do fim que todos nós teremos.
Vamos todos pro fundo da terra!
Ou, pensando bem, pro fundo do espaço.
Pode não ser hoje dia 21 de dezembro, mas algum dia o mundo realmente vai acabar. Esse dia pode ser amanhã, depois de amanhã, próxima semana ou próximo século, vai saber.
Por isso, tire um pouco do seu tempo e se pergunte se a sua passagem por essa vida valeu de algo.
Você ajudou o mundo a ser um lugar melhor? Você realizou todos os seus desejos e as suas vontades? Você superou os seus medos?
Essa é a hora pra focar nas perguntas e analisar as respostas. Somos todos meros brotos de feijão procurando saciar a nossa própria fome. Procuramos pela paz de espírito e pela felicidade plena.
Vivemos em busca de algo que, muitas vezes, morremos sem saber do que se trata. Podemos ser esmagados e aniquilados a qualquer momento, afinal, não passamos de pontinhos insignificantes em meio a vastas galáxias.
E se o mundo acabar?
Enfim chegaremos ao fim.

Titãs - Epitáfio 






Seja feita a vossa vontade, Senhor. 
Porque Tu conheces a fraqueza do coração dos Teus filhos, e só entregas a cada um o fardo que pode carregar. 
Que Tu entendas meu amor — porque ele é a única coisa que tenho de realmente meu, a única coisa que poderei carregar para a outra vida. 
Faz com que ele se conserve corajoso e puro, capaz de continuar vivo, apesar dos abismos e das armadilhas do mundo.


Paulo Coelho

Poeminha!





Você é o meu ponto final seguido de outros dois. 
É o meu fim, porque a minha vida começa e termina com a tua chegada. 
Mas é, também, o meu infinito… 
porque um amor tão grande assim não pode ser vivido em apenas uma vida.
 Mas, uma eternidade é um começo.



Para sempre irei te amar....



Assine já.




Voltando pra casa as sete horas da noite, no meio de um engarrafamento, um ônibus emparelha ao meu lado.
Eu conto as pessoas nas janelas, são nove pessoas, três cochilam, uma analisa o leva-e-traz da calçada. As outras cinco fuçam em seus telefones. Curtem, compartilham, atualizam, comunicam. Estamos na era revolucionária. Geração fone de ouvido – o poder da invisibilidade e do autismo opcional.
Vou para o shopping, preciso de uma calça nova e de um presente.
As luzes de Natal me encantam. Preciso ser rápido, e o caminhar não flui.
Preciso ficar desviando das garotas com suas caras enfiadas nos seus espertofones, lendo recados, comunicando, com medo de estar perdendo alguma coisa.
Que filme você nunca viu? Que festa a gente nunca foi? Quem comeu quem? Quem caiu na rede? O que nós tanto temos a perder?
Vão dizer. Não é só um site, é um encurtador de distâncias. Mas eu não posso sentir o cheiro de talco da minha vó que mora longe, nem o som dela arrastando as sandálias antes de ir dormir.
Um avatar e um retrato na lápide dá na mesma.
Meus poucos e caros amigos, onde estão? Não faço questão de vê-los, qual a motivação? Sinto que já sei tudo o que eu preciso saber sobre eles. Me esforço, proponho um drinque e um papo mais tarde.
Mais tarde, quando? No mês? Ainda em 2012? HOJE?
Não dá.
E se eu mandar instalar um botão bem no meio da minha cara? Eu fico mais interessante? O que era pra ser uma rede social virou nada mais que um comparador de vidas.
Olha eu, em frente à Torre Eiffel. Olha o meu novo corte de cabelo. Eu curto essa marca de cerveja. Eu não presto. Eu sou legal. Chove e eu me sinto tão só. Queria que você fosse tão feliz quanto eu sou. Troquei de emprego. Troquei de torradeira. Troquei de sexo.
O mundo entre aspas. O universo conspira ao meu pavor. Sorria, você está se auto -filmando.
Todo dia tem a hora da sessão de fotografias. Ensaio caras e bocas e decotes.
Ah, mas uma foto faz de um momento inesquecível.
Puxa, que porcaria de memória é essa sua. Postar é viver.
Agora, a participação do internauta. Nunca foi tão fácil falar.
Era a desmassificação da cultura, agora é só uma extensão do que passa na televisão. Comentarista de novela, esse mala sou eu.
Me escuta. Você precisa desse aparelho novo, o seu método de se importar com seus camaradinhas está ultrapassado, amigo.
Pois é. Ninguém mais atravessa a cidade para encontrar alguém. Assine o nosso plano e pague para falar. Com apenas 59,90 mensais você pode ter um milhão de amigos e frequentar salas de bate-papo onde não cobramos 10 por cento, não tem goteira e ninguém corre risco de contrair herpes.
Amigo é coisa pra se guardar na barra lateral, dentro da tela do computador.
Agora é sério. Você precisa desse telefone, vai por mim. Ele é três gigas mais smart do que você.
Olha como são jovens, felizes e saltitantes as pessoas no meu comercial. Com mais um centavo você leva esse exclusivo aplicativo que simula um beijo de língua com qualquer pessoa que esteja na Romênia.
Você precisa de uma internet ilimitada, senão como vai protestar a favor de índios e contra a carne vermelha?
Vamos lá, todos nós, rumo ao senado federal derrubar a corrupção, caminhando e cantando e seguindo no twitter. Vamos tomar as ruas pelo Google Map, cada um na sua. Nunca fomos tão livres no meio de tantas grades.
Ué, você não queria mudar o mundo?
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Chora para buscar forças.



Tem momentos na vida que por mais forte e aparentemente bem resolvida que a pessoa seja ela desaba. O mundo se torna um gigante, os problemas se ampliam, a desmotivação toma conta do seu ser, e inevitavelmente, a pessoa chora. Chora para aliviar a frustração. Chora para buscar forças. Chora na esperança de que após o naufrágio, surja um belo dia de sol...

É difícil continuar a sua jornada quando os seus desejos dão errado. Você percebe a sua impotência diante da vida, cuja sua vontade nem sempre é o que prevalece. Dói constatar isso na prática, pois cada desejo que nós somos obrigados a deixar para trás, é uma parte de nós que também se perde.

Por que a vida é tão cruel com a gente de vez em quando?
Para nós aprendermos algumas lições?!
Mas será que certas coisas nós só aprendemos com a dor?
Nós não poderíamos aprender de outra forma? 

Também é muito complicado quando precisamos de outras pessoas para fazermos algo que temos vontade. Nós podemos estar decididos, organizados, porém, se a outra pessoa também não estiver nada feito. Isso é decepcionante, porque tem coisas que nós podemos fazer sozinhos, mas existem outras que nós precisamos de alguém que nos acompanhe que nos dê apoio, é muito ruim olhar para o lado e não ter ninguém com quem contar...

Mas uma coisa é certa, esses nossos sonhos e desejos que não podem se realizar no presente, não morrem, no máximo, eles ficam adormecidos dentro do nosso coração, esperando que surja uma nova oportunidade para que possam despertar e se transformar em realidade.

Viva o Livre!

Declaro aberto os portões desta Sociedade Alternativa. Sintam-se platéia de um palco cheio de personagens que nem eu sei de onde vieram.
A única coisa que sei é que eles estão dentro de mim e que vão começar a aparecer.

Melhor se acomodar, que a cortina já abriu...

Curiosidades..

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"Eu acho legal o pessoal acessar o blog e não deixar um recadinho… É massa, é a mesma coisa que você cagar e não puxar a descarga… Porque querendo ou não você usou aquilo, pode ser num momento de merda, mas usou certo? Não custa deixar um recadinho falando… legal…"

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