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    ''O direito a ser iguais, quando a diferença nos inferioriza; o direito a ser diferentes, quando a igualdade nos descaracteriza''.

Informação geral.


Depois de algum tempo tendo problemas com o blog, hoje dia 17 de Setempro de 2013 eu consegui arrumar o lealt e o template. Estarei postando alguns textos que já tenho pronto. E para deixar bem claro, todos os textos que aqui são postados são registrados por data e hora de postagem pelo blogspot que faz parte do google.com. Os textos que não são de minha autoria terão o nome do autor em baixo do texto em questão. Já os que não têm nome por logica devera ser os meus. Espero que gostem do blog, e agradeço se puderem comentar as postagens.

Grato: Welder Campos Rodrigues.

Conhaque, fim de noite e idéias distorcidas.




Eu queria ser poeta. Mais sou apenas um contador de historias.



Estou escrevendo esse texto, mas sinceramente espero que ninguém o leia.
É neste ponto que nasce a primeira pergunta.

Porque estou escrevendo e não apenas pensando?

Acho que escrevo, pois o ato de escrever me deixa mais consciente que minhas condições são reais. Por falar em condições, irei começar.
Sabe o coração de uma pessoa que já morreu? É assim que estou, parece que não vejo mais nada além de uma enorme linha reta e, de vez em quanto, uma leve alteração no gráfico, que, por alguns minutos, parece mudar, porém volta a ficar na estaca zero.
Mais uma vez, gostaria de afirmar que não é minha intenção que esse texto seja lido por outra pessoa, e caso alguém venha a fazer isso, por favo não se identifique, pois são apenas palavras de um bêbado solitário no final da noite.
Minha segunda indagação da noite, que talvez seja consequência das duas últimas doses de conhaque que tomei é: Porque nos apegamos às coisas, se ao final iremos morrer de qualquer forma?
Não eu não sou pessimista, apenas penso constantemente na morte, mais do que as outras pessoas, penso eu, ao menos, não sei, só sei que penso constantemente na morte. Já perdi alguns familiares, odeio ter de falar neles, mas só os tenho como exemplo.
A morte para mim é como uma vela, pois sabemos que um dia irá apagar, porém a chama enquanto acessa é necessária para podermos acreditar.
Sempre são muitas as bestares que um bêbado escreve ao final da noite, agora termino de tomar mais dois copos de conhaque,  sinto que o texto que escrevo para mim mesmo, ainda não fala o suficiente sobre as coisas que preciso falar.
Acho que sempre fujo do foco, não por querer fugir, mas por pensar que as pessoas de uma forma ao de outra podem se identificar com o meu texto, porém repito mais uma vez, esse texto não deve ser lido, são apenas pensamentos de um bêbado de final de noite que acaba de entronar mais um copo de conhaque.
Eu odiava bebidas quando era criança, quando via meu pai bebendo sempre dizia para mim mesmo.
- Eu nunca irei beber, nem fumar juro por deus.
Parte disso é verdade, pois verdadeiramente nunca bebi nem fumei, uísque ou charuto, não sei se é por que verdadeiramente não gosto, ou por ser as duas coisas que meu pai mais fazia.
A noite para uma pessoa que bebe pode ser amiga ou inimiga, depende dos companheiros, pois quando bebemos com alguém a bebida se espalha no sangue e esquenta as orelhas, dessa forma, rimos bastante e nos divertimos, porém ,quando bebemos sozinhos, a bebida se concentra no cérebro e nos trás na lembrança memórias nem sempre agradáveis.  As lembranças de minhas doses de conhaque estão cada vez mais fortes, por isso, sinto-me incomodado por saber que alguém possa um dia ler esse texto, mesmo que não o entenda, estará lendo as memórias desordenadas e fragmentadas de um bêbado de conhaque da noite. 
O conhaque, meu tão amigo da noite, não costumava ter-lo em outrora, foi apenas por influencia de uma amiga, que há tempos não a vejo, que comecei a entorná-lo duas ou três vezes por semana, às vezes, bebo só para relaxar, porém quando passo do ponto, perco o controle e começo a ser mais eu. Ser eu, ou melhor, sempre sou eu claro, mas poder ser um eu de mim mais profundo nem sempre é fácil, nem sempre é bom. Acho que as doses de conhaque que bebi já me deixam com menos medo e mais vontade de correr pelo o mundo, como no momento estou impossibilitado, vou pegar meu celular, ligar para algum numero, falar mais algumas besteiras e quando a bebida subir, mais um pouco, irei dormir o sono dos bêbados e dos sonhadores.

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Viva o Livre!

Declaro aberto os portões desta Sociedade Alternativa. Sintam-se platéia de um palco cheio de personagens que nem eu sei de onde vieram.
A única coisa que sei é que eles estão dentro de mim e que vão começar a aparecer.

Melhor se acomodar, que a cortina já abriu...

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