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    ''O direito a ser iguais, quando a diferença nos inferioriza; o direito a ser diferentes, quando a igualdade nos descaracteriza''.

Informação geral.


Depois de algum tempo tendo problemas com o blog, hoje dia 17 de Setempro de 2013 eu consegui arrumar o lealt e o template. Estarei postando alguns textos que já tenho pronto. E para deixar bem claro, todos os textos que aqui são postados são registrados por data e hora de postagem pelo blogspot que faz parte do google.com. Os textos que não são de minha autoria terão o nome do autor em baixo do texto em questão. Já os que não têm nome por logica devera ser os meus. Espero que gostem do blog, e agradeço se puderem comentar as postagens.

Grato: Welder Campos Rodrigues.

Meu astronauta, sinto sua falta.





Astronauta, hoje eu virei estrela.
O céu em toda a sua imensidão escura e eu aqui, pequeno e espremido.
Confuso, perdido em mim mesmo, procurando motivos, dúvidas, questões. Procurando explicações, razões. 
Caçando medos, tapando sonhos, construindo um futuro que talvez nem seja meu. Com um corpo que talvez não me pertença. Meus olhos são fundos, você sabe, pois habita dentro deles.
Não durmo há três noites. Os meus olhos não se fecham, e eu não sei mais o que eu sinto.
Te dar o céu, as estrelas, ou talvez a lua, seria banal. Você vive aí em cima. Captura os sentimentos que eu envio. Queria saber, aqui, se os sorrisos que eu te mandei já chegaram aí.
Ás vezes o trânsito lunar não deixa isso acontecer.
Duas e meia da madrugada. E eu ainda não dormi. Decidi escrever um pouco, pra te mostrar que, apesar de eu não falar, de negar, fugir, e até mesmo, não querer, eu vivo aqui. E vivo aqui porque espero você voltar.
Nas noites de lua cheia, nos dias de chuva. Não sei se te chamo de astronauta, ou de beija-flor. De certa forma, você voltou há algum tempo, e desde então ficou quietinho. Mas eu não vi. Não percebi. Ao contrário, eu senti.
Sua falta rasga o meu peito pouco a pouco, e eu esqueço de perceber. Mas continuo seguindo, continuo olhando pro céu e pedindo com todas as forças que a lua apareça e traga você.
Talvez seja por isso que eu te espero. Porque eu te amo. E você é exatamente como eu imaginei que fosse, desde o início, mas as minhas fantasias adolescentes e a minha expectativa exagerada tampou minha visão.
Hoje, sim, eu vejo. Você é igual a mim. A indiferença é a sua casa, e eu pedi pra entrar. Deixou.
Mesmo não sabendo, eu entrei. Ando por aí de vez enquando, e continuo vendo você nas esquinas, nos dias de sol.
Vejo mãos dadas, vejo bilhetes, e penso em escrever. Sem sucesso. O meu ”eu te amo” abafado, escondido, egoísta e seu, continuará aqui, até você lembrar que deixou uma estrela no caminho.
Não adianta.
A lua não sabe ler.




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Viva o Livre!

Declaro aberto os portões desta Sociedade Alternativa. Sintam-se platéia de um palco cheio de personagens que nem eu sei de onde vieram.
A única coisa que sei é que eles estão dentro de mim e que vão começar a aparecer.

Melhor se acomodar, que a cortina já abriu...

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