Você é o curioso...

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    ''O direito a ser iguais, quando a diferença nos inferioriza; o direito a ser diferentes, quando a igualdade nos descaracteriza''.

Informação geral.


Depois de algum tempo tendo problemas com o blog, hoje dia 17 de Setempro de 2013 eu consegui arrumar o lealt e o template. Estarei postando alguns textos que já tenho pronto. E para deixar bem claro, todos os textos que aqui são postados são registrados por data e hora de postagem pelo blogspot que faz parte do google.com. Os textos que não são de minha autoria terão o nome do autor em baixo do texto em questão. Já os que não têm nome por logica devera ser os meus. Espero que gostem do blog, e agradeço se puderem comentar as postagens.

Grato: Welder Campos Rodrigues.

Sobre os supostos segredos atras da porta!




Fico aqui me perguntando na maioria das vezes quando a porta do quarto já está fechada, o motivo de fechar a porta.
Privacidade, conforto ou mania?
Fechar a porta quando a casa está uma verdadeira bagunça, quando todos os eletrodomésticos estão ligados ou o seu pai está assistindo a um filme no qual as pessoas só atiram é normal. Os ouvidos merecem paz interior, também.
Quando uma visita chega na sua casa, você fecha a porta para conversar mais relaxada assuntos que quem está lá fora não precisa saber. 
Aceitável, também.
Fechar a porta quando o celular toca e é a pessoa que você ama, e você quer conversar.
Totalmente aceitável.
Mas fechar porta quando se está sozinho, isso mesmo, sozinho, onde você pode aumentar o som na maior altura e no máximo e se tiver azar o vizinho vai reclamar, é normal? 
Não, é mania.
Da mesma maneira que se cria a mania de dormir com ou sem pijama é mania de fechar a porta sempre que se entra no quarto. Com a idade, o quarto vai virando uma espécie de casa dentro de casa. Sua mãe começa a mexer menos, começa a perguntar menos  sobre objetos que aparecem na prateleira, começa a aceitar sua bagunça. Chega-se em casa, cansado do dia que esgota até a última disposição da alma, tranca-se no quarto e só assim você diz: cheguei em casa.
Você tira a roupa sem pudor, joga no chão, deita na cama suado, pega o celular, lê a mensagem que chegou, deixa a mensagem aberta em cima do criado, tira do bolso da calça as anotações do dia os recibos do cartão de credito, joga na gaveta sem restrição de que alguém vai dar conta de como o seu dinheiro foi usado.
Tomar banho de porta aberta se você tem uma suíte, andar pelo quarto sem toalha, estudar deitado na cama com os pés levantados na parede.
Tudo é permitido.
O quarto de porta fechada é um dos mundos mais confortáveis que se tem. O fato de estar só, longe de olhos questionadores, colabora para isso.
Uma coisa que se percebe, quando se vai morar com alguém, é a divisão do quarto. Duas pessoas começam a dividir um espaço que antes já foi particular. A cama é para dois, o guarda roupa é para dois, o banheiro é para dois, a mesa tem duas cadeiras, dois travesseiros, dois lençois, duas toalhas, tudo duplo. É quase inevitável ter que mostrar tudo o que se está sentindo quando a situação dupla está em vigor.
A outra pessoa vai, querendo ou não e de alguma maneira, perceber a maneira como se dorme, como se veste, como se esconde as lágrimas, o tempo que se demora no banheiro. Então, usa-se a sala como refúgio. Um refúgio sem porta, mas pelo menos, solitário quando a outra pessoa decide ir dormir.
Usa-se a cozinha para confortar o que está machucando. Sim, comida é um ótimo amigo! Preenche todos os nossos vazios no fim do dia.  
A porta fechada também alimenta a imaginação.
Quem fica do lado de fora, fica pensando o que está acontecendo  ali dentro. E quer ver curiosidade maior?
Imagina a situação:  uma pessoa bate na porta, quem está dentro grita para esperar alguns minutos, a pessoa de fora escuta um barulho de coisa sendo arrumada, guardada e só então quem está dentro abre a porta. Quem está fora fica com uma cara de nada olhando, procurando algo e a pessoa de dentro louca para dizer tchau e fechar aquele pedaço de madeira vedante com trinta voltas de chave.  Ou pior, quem está dentro, abre 5 centímetros de porta e diz: o que foi? Sem ao menos permitir que a pessoa que está fora saiba se você esta nu ou não.
Intrigante, muito intrigante.

Bem, deixa eu ir abrir a porta. O vento precisa circular, eu preciso andar e o você vai imaginar como sua porta funciona depois disso aqui.

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Viva o Livre!

Declaro aberto os portões desta Sociedade Alternativa. Sintam-se platéia de um palco cheio de personagens que nem eu sei de onde vieram.
A única coisa que sei é que eles estão dentro de mim e que vão começar a aparecer.

Melhor se acomodar, que a cortina já abriu...

Curiosidades..

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