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    ''O direito a ser iguais, quando a diferença nos inferioriza; o direito a ser diferentes, quando a igualdade nos descaracteriza''.

Informação geral.


Depois de algum tempo tendo problemas com o blog, hoje dia 17 de Setempro de 2013 eu consegui arrumar o lealt e o template. Estarei postando alguns textos que já tenho pronto. E para deixar bem claro, todos os textos que aqui são postados são registrados por data e hora de postagem pelo blogspot que faz parte do google.com. Os textos que não são de minha autoria terão o nome do autor em baixo do texto em questão. Já os que não têm nome por logica devera ser os meus. Espero que gostem do blog, e agradeço se puderem comentar as postagens.

Grato: Welder Campos Rodrigues.

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Imaginação nas nuvens!




Ah quanto tempo eu não escrevo uma crônica! Olhando umas fotos de nuvens no facebook que alguém postou, simplesmente veio este texto, e em poucos minutos ele estava pronto!

Imaginação nas nuvens!




Olhando para o céu, vi a morte. Não era alguém caindo de um avião, nem um pássaro baleado pairando no ar na tentativa inútil de não alcançar o chão.
Era uma nuvem. Uma nuvem que não era minha em um céu que não era meu.
Elas não estavam ali, atrás da janela, para compor os cenários dos meus delírios ou servir de panela para afogar sonhos, estavam ali porque o lugar delas é lá.
Os olhos atentos observam suas formas, a imaginação formula formas inimagináveis, as dores são aliviadas diante de tanta leveza, e após alguns minutos, tudo se dissolve, desaparece, morre.
Aquela sua nuvem sumirá e nunca, nunca mais aparecerá. E restará o lirismo escrito, a vontade de dar-lhes um pouco mais de tempo de vida.
Nuvens não gostam de morar em uma casa que tenha portas, não suportam passar as noites em um quarto, trancadas, vendo a noite ir e a manhã chegar sem cerimonial. (3h:55m)
Como seria triste, sentar na areia, sentir o vento frio da madrugada se despedindo e assanhando os cabelos e ver o nascer do sol sem nenhuma nuvem para refletir os inúmeros raios amarelos do sol.
O sol teria que acabar com a sua timidez matutina, a chuva teria que se tornar independente e fazer um acordo com o céu ou com os bicos dos passarinhos.

E outra, não tem abrigo para tanta nuvem.

Imagina todas as nuvens do céu tendo síndrome de medo de altura?
Seria o caos aéreo, terráqueo, marítimo, literalmente! 
Asilos para as nuvens maiores e mais velhinhas. Orfanatos para as nuvens que se perderem dos pais. Hotel para as nuvens turistas. Motel para as nuvens safadas. Albergue para as nuvens estudantes. Casa dos outros para as nuvens metidas. Enfermarias para as nuvens nervosas que correm risco de sofrer paradas cardíacas. Não dá para guardar nuvem no guarda roupa, uma vez que se elas inventarem de chorar com saudade da lua, do sol e das estrelas vão molhar tudo o que a de roupa e ficará um cheiro de mofo tragicamente incrível e não terá giz, carvão, sal grosso, pó anti-mofo, macumba, secador que dê jeito!
Mofo de choro de nuvem é um desastre quando não cai do céu.
Pouco me importo se as nuvens não são minhas, mas eu gosto delas.

Apenas gosto muito delas.

Não sou possessivo e não estou muito disposto a levar nuvem depressiva, por não conseguir se adaptar ao novo ambiente, para analista!
Nuvem nasce, se cria, morre e leva consigo os infinitos problemas, loucuras, rinocerontes, espadas, rostos, daqueles que se pegaram destraidos olhando para cima. Nuvens no céu, meus sonhos na nuvens e a graça da vida nos sonhos.
Melhor assim.


Sobre paradigmas que mudarão!




Acredito que as pessoas aprendem com os próprios erros e com o tempo. 
Acredito também que quem traiu uma vez e foi perdoado vai trair de novo. 
Acredito que aquelas pessoas que vivem falando mal dos outros vão falar mal de você com esses outros. Acredito que as pessoas só mudam por vontade própria e nunca pelo pedido de outra pessoa. 
Acredito que tudo que eu acredito hoje vai mudar com o tempo. 
E que, no futuro, talvez, eu acredite em menos coisas. 
Ou em nada mais.




Que você me guarde na memória, mais do que nas fotos. 
E que, até o último dia da sua vida, você espalhe delicadamente a nossa história, para poucos ouvintes, como se ela tivesse sido a mais bela história de amor da sua vida. 
E que uma parte de você acredite que ela foi, de fato, a mais bela história de amor da sua vida.





Raul Seixas, morreu por causa do coração.
Kurt Cobain, suicidou.
Getúlio Vargas, também suicidou.
Nietzsche, enloqueceu.
E eu não vou nada bem.
Não vou nada bem.

Alguma coisa de um caderno da oitava serie!




Minha primeira namorada
Vou dizer como é que é
Nasceu de um acidente
Com três braços e sem um pé

Nem parecia mulher
Além disso ciumenta
A noite ela roncava
E dava coice como jumenta

Seu mau humor ninguém aguenta
A bicha era perneta
Retrato falado do diabo
Era a xerox do capeta

Ainda botava banca
De uma linda mulher
Sua bunda tinha loca
Seu pai vendia pipoca
Na porta do cabaré

Os peitos pesavam seis quilos
O nariz parecia um besouro
Quarenta quilos de banha
E mais doze só de couro

Seu cabelo tinha umas buchas
Era vermelho como vulcão
Os piolhos faziam morada
No terreiro do cabelão

O destino me fez um susto
Que meu peito não aguentou
Quando seu pai chorando disse
Minha filha engravidou

Eu quase enfartei
Perdi a esperança
Se a mãe já era feia
Imagine uma criança

Nessa hora eu acordei
Suando feito um pavão
Que mulher como aquela
Só podia ser ilusão
Pois se isso fosse verdade
Seria a maior destruição 
Da reputação do Weldão.





Eu escrevo porque eu gosto. 
Porque às vezes me dá vontade e se eu não esticar meus dedos, não consigo dormir. 
Não é pra ninguém, é pra mim. 
É só pra colocar em palavras o que acontece, pra tornar tudo real. 
Quem sabe rabiscando de grafite algumas folhas de papel, 
eu me assegure que tudo foi mais que um sonho bom interrompido na melhor parte.




E eu que não bebo pedi um conhaque, cachaça, caipirinha, 51, red label, jack daniels, absolut, natasha!
Bebendo demais, fumando demais, fazendo merda demais, escrevendo de mais.
Meu corpo cansado perguntou à minha mente cansada: 
Era só disso que você precisava, então?

Every Breath You Take



Um trecho do melhor livro que já li!




[Claire] É difícil ficar para trás. Espero Henry, sem saber dele, me perguntando se está bem. É difícil ser quem fica. Mantenho-me ocupada. 
Assim o tempo passa mais depressa. 
Durmo sozinha e acordo sozinha. Dou umas voltas. Trabalho até cansar. Olho o vento brincar com o lixo que passou o inverno inteiro debaixo da neve. As coisas parecem simples até pensarmos nelas. 
Por que a ausência intensifica o amor? 
Há muito tempo os homens iam para o mar, enquanto as mulheres ficavam na praia, esperando e procurando o barquinho no horizonte Agora espero Henry. Ele some sem querer, sem avisar. Espero. Tenho a sensação de que cada minuto de espera é um ano, uma eternidade. Cada minuto é lento e transparente como vidro. 
A cada minuto que passa, vejo uma fila de infinitos minutos, à espera. Por que ele foi aonde não posso ir atrás? 
[...] Às vezes, fico feliz quando Henry some, mas sempre fico feliz quando ele volta.




A Mulher do Viajante no Tempo - Audrey Niffenegger

E essa é a melhor parte de mim.




Eu sou forte, meio doce e meio ácido. 
Em alguns dias acho que sou fraco. E tolo. 
Preciso de um lugar onde enfiar a cara pra esconder as lágrimas, as aflições. Aí penso que não sou tão forte assim e começo a olhar pra mim. 
Sou forte sim, mas também choro, grito, tenho medos. 


Sou gente. 
Sou humano.


Sou assim. 
Quero que as coisas aconteçam já, logo, de uma vez. 
Quero que meus erros não me impeçam de continuar olhando para a frente. E quero continuar errando, pois jamais serei perfeito! 
Tampouco quero ser comum e normal. Quero ser simplesmente eu. 


Quero rir, apenas sorrir e... chorar. 
Sentir frio na barriga, nó no peito, tremedeira nas pernas. Sentir que as coisas funcionam e que tenho que trocar de jeito quando insisto em algo que não dá resultado. 


Quero aprender e, ainda assim, continuar criança. Ficar no sol e sentir o vento gelado no nariz. Quero sentir cheiro de grama cortada, de terra molhada e café passado. O cheiro da chuva, de um campo, cheiro de vida. 
Aprecio as coisas simples e quero continuar descomplicando o que parece complicado. 
Se der pra resolver, vamos lá! 
Se não dá, deixa pra lá. 
A vida não é complicada e nem difícil, tudo depende de como a gente encara e se impõe. 


Quero ser apenas eu. 
Não quero saber tudo e nem ser racional. Quero continuar mantendo o meu cérebro no lugar onde ele se encontra.


E essa é a melhor parte de mim. 

Um pouco de Fé!



 
Como um misterioso e profundo mar
A vida continua a passar
Ondas vêm e vão
Levando e trazendo
Alegrias e tristezas
Que não saem do meu coração.
Firme e forte continuo a seguir
Num barquinho pequeno
Contemplo o que a vida tem para exibir.
Miudezas me afligem
Tornando o grande mar da vida
Confuso e turbulento
E aí me pergunto:
Será que viver será sempre esse tormento?!
Complicado responder,
Por isso só me resta continuar a navegar
Na certeza de que com fé
Tudo irá melhorar!

E a depressão de domingo ainda continua!




Em alguns dias dói. 
A tristeza puxa os cabelos, arranha a cara, machuca dentro. 
E a gente não tem mais nada pra fazer a não ser dizer que tá tudo bem. 
Porque vai passar, passa. 
Só que antes de passar maltrata. 
E, entenda, a pior dor é aquela que ninguém vê. 
Só ela, a tristeza.

Uma despedida!


Hoje foi o ultimo dia de aula, a última aula do curso de Geografia. 

E até aqui nós viajamos juntos. 
Passamos por vilas e cidades, cachoeiras e rios, cerrado e mata atlântica. 
Não faltaram os grandes obstáculos. 
Frequentes foram as cercas, ajudando a transpor abismos.
As subidas e descidas foram realidade sempre presente. ( Pico da Bandeira? )
Juntos, percorremos retas, nos apoiamos nas curvas, descobrimos cidades que ainda não sabemos se é de Minas Gerais Ou se é da Bahia.
Mas chegou o momento de cada um seguir viagem sozinho.
Que as experiências compartilhadas no percurso até aqui sejam a alavanca para
alcançarmos a alegria de chegar ao destino projetado.
A nossa saudade e a nossa esperança de um reencontro aos que, por vários
motivos, nos deixaram, seguindo outros caminhos.
O nosso agradecimento àqueles que, mesmo de fora, mas sempre presentes, nos
quiseram bem e nos apoiaram nos bons e nos maus momentos.
Dividam conosco os méritos desta conquista, porque ela também pertence a
vocês. Uma despedida é necessária antes de podermos nos encontrar outra vez.
Que nossas despedidas sejam um eterno reencontro.

Sobre o direito dos Homens na Terra!




Todo homem tem direito de pensar o que quiser, todo homem tem direito de amar a quem quiser, todo homem tem direito de viver como quiser, todo homem tem direito de morrer quando quiser.

Direito de viver, viajar sem passa porte, direito de pensar, de dizer e de escrever, direito de viver pela sua própria lei, direito de pensar de dizer e de escrever, direito de amar, como e com quem ele quiser.

A lei do forte.
Essa é a nossa lei e a alegria do mundo. Faz o que tu queres ah de ser tudo da lei, fazes isso e nenhum outro dirá não, pois não existe Deus se não o homem.
Todo o homem tem o direito de viver a não ser pela sua própria lei, da maneira que ele quer viver e de trabalhar como quiser e quando quiser e de brincar como quiser. Todo homem tem direito de descansar como quiser.
De morrer como quiser.
O homem tem direito de amar como ele quiser, de beber o que ele quiser, de viver aonde quiser, de mover-se pela face do planeta livremente sem passaportes, porque o planeta é dele, o planeta é nosso.
O homem tem direito de pensar o que ele quiser, de escrever o que ele quiser. De desenhar, de pintar, de cantar, de compor o que ele quiser. Todo homem tem o direito de vestir-se da maneira que ele quiser. O homem tem o direito de amar como ele quiser, tomai vossa sede de amor, como quiseres e com quem quiseres. Há de ser tudo da lei.
E o homem tem direito de matar todos aqueles que contrariarem a esses direitos.
O amor é a lei, mas amor sob vontade.
Os escravos servirão então VIVA, VIVA  A Sociedade do Blog Alternativo!
Viva Viva!







Letra de Raul Seixas!
Adaptado  por WCR

Snow Patrol - Open your eyes



O que foi um dia!




Não chegaríamos sequer perto de um exemplo de família perfeita.  
Teríamos um apartamento, quem sabe uma casa com jardim. O Max com seu pêlo brilhante, estragando tudo? 


Improvável né? 


Tomaríamos café as cinco da tarde. 
Você reclamaria o fato de eu ligar o chuveiro muito quente, horas antes de ir para o banho. E eu, por você ter arranhado meu CD ou DVD favorito. 
Eu não admitiria o quanto você fica bonito quando bravo e você não diria que lembra da cor do tênis que eu usei quando nos vimos pela primeira vez. 
Discordaríamos quanto a cor das cortinas, do tapete, da tinta das paredes. Não arrumaríamos a cama diariamente, beberíamos juntos em algum bar ou restaurante no final de semana. 
A geladeira seria repleta de congelados e coca-cola , o armário, de porcarias. Adiaríamos o despertador umas trinta e duas vezes só para ficarmos horas na cama enrolando e falando qualquer besteira, só mais cinco minutos, cinco minutos para cada hora. Que tal? 
Você me ensinaria alguma coisa sobre ordem e constituição, e eu te convenceria a assistir aquele filme ruim no cinema. Sentaríamos na sala e veriamos: O Segredo do Universo no Discovery Channel, ou você iria direto para o canal de desenho e eu comentaria alguma notícia qualquer de um jornal. 
Você saberia o nome do meu perfume, eu saberia onde você largou a última edição da revista de cosméticos. Sairíamos pra comer alguma besteira em um dia de chuva e não nos importaríamos em chegar encharcados. 


Dormiríamos com o computador ligado. 
Nos beijaríamos no meio de alguma frase. 
Você pegaria no sono com a mão no meu cabelo e eu, escutando sua respiração. 
Eu riria sem motivo e você perguntaria porque, eu não responderia. 
Saberíamos. 

E a apenas solidão agora. 
Estou com tanta saudade.

Domingo, 01 de Julho dia de textos depressivos!




Eu nasci nos braços de amigos imaginários.
Livre para perambular por aí, fiz uma casa em todos os lugares por onde estive . 
Em todos os lugares, deixei um pedacinho de mim, esperando que auguem ou apenas uma criança viesse me cultivar.. 
Metade do meu coração, ainda acredita que tudo vai dar certo, que tudo irá acontecer do modo que eu quero. 
Metade do meu coração ainda acredita, que o amor não precisa ser entre dois corpos, que o amor é apenas paixão.. 
Não não. O amor, é o que Deus nos deu para acreditar nas pessoas e sermos felizes, com a presença de seres que nos completa.( cade ) 
Que esse amor um dia vai florir, e que os meus amigos imaginários vão sair dos livros que leio, e viram para a realidade, e vão me ajudar acreditar que eu posso fazer um mundo melhor. 
Metade do meu coração, acredita, que anjos existem, e que quando estou sozinho, estou apenas confiando na existência deles. 
Metade do meu coração acredita.. mas será que as pessoas acreditam em mim? 




"Quando nossos lábios se tocaram pela primeira vez, eu sabia que a lembrança duraria pra sempre."


Um amor para Recordar
Nicholas Sparks

Sobre fotos velhas, tristeza, e o choro que lava a alma!




Tristeza faz parte.
Tristeza faz arte.
E faz. Chega ao ponto de ser algo natural.  Tristeza chega e com ela vem o choro, fácil. Lágrimas que doem se não forem expostas. Lágrimas que desconfiguram um rosto se não escorrerem feito rio. Rios nunca são os mesmos. E passam e levam e arrastam. Olhos chororos nunca são os mesmos. E ardem e expulsam e aproximam. Das coisas que não permanecem que fiquem ao menos uma saudade nostálgica que não quer ter volta.
E voltam. Um novo rio. Incessante. Uma vida escorrendo, não tem jeito.
Tristeza faz arte. Quando não mais encontra espaço, a face vermelha arde e pesa e o sentimento ganha voz. Voz baixa, forte, devastadora. Tristeza não filtra. Tristeza expulsa e põe pra fora. Tristeza não fica a refletir e sim a se livrar.
E daí, amor sofrido vira poesia. 
Ausências viram crônicas. Saudade vira fotografia.
E assim, a vida escorre, e passa, e leva, e limpa.
Mas que assim não se seja por toda hora.






E a solidão vai tomando conta do domingo!

Trágico!




Amou como se fosse a última vez. 
Beijou sua mulher como se fosse a última. 
E cada filho seu como se fosse o único. 
E atravessou a rua com seu passo tímido. 
Subiu a construção como se fosse máquina. 
Ergueu no patamar quatro paredes sólidas, tijolo com tijolo num desenho mágico.
Seus olhos embotados de cimento e lágrima, sentou pra descansar como se fosse sábado. 
Comeu feijão com arroz como se fosse um príncipe. Bebeu e soluçou como se fosse um náufrago. 
Dançou e gargalhou como se ouvisse música. 
E tropeçou no céu como se fosse um bêbado e flutuou no ar como se fosse um pássaro. 
E se acabou no chão feito um pacote flácido. 
Agonizou no meio do passeio público. 
Morreu na contramão atrapalhando o tráfego.


Chico Buarque








Quando tá escuro
E ninguém te ouve
Quando chega a noite
E você pode chorar...


Lanterna Dos Afogados
Paralamas do Sucesso

Tão Forte E Tão Perto





Eu assisti a um filme simplesmente perfeito. Sobre Oskar Schell que é um garoto muito inteligente que sofre da síndrome de Asperger.

E fora seu pai (Tom Hanks) tem muita dificuldade em se relacionar com outras pessoas. Após a morte do seu pai no atentado de 11 de setembro, o menino se vê completamente perdido, traumatizado e sozinho. 
No armário do pai, Oskar encontra um vaso, após quebrá-lo depara-se com um envelope, e nele há um nome escrito: Black, dentro do envelope acha uma chave, e depois disso passa a querer encontrar o que aquela chave abriria, então começa uma busca, e ele percorre toda a Nova Yorque para encontrar algo, que ele nem sabe se vai achar. 

A sua idéia foi procurar na lista telefônica quantas pessoas com o nome Black existiam, e descobriu 417, daí ele começa a procurá-las uma a uma, com o intuito de desvendar o mistério.
Independente da discussão sobre o atentado, o que encontramos nesse longa é a história de uma criança, tentando encontrar uma maneira de manter a lembrança de seu pai sempre por perto, mas ele acaba conhecendo pessoas, que perderam seus entes queridos também e descobre que a vida não foi só injusta pra ele.

Baseado no livro de Jonathan Safran Foer (Extremely Loud and Incredibly Close) é um filme de um sentimentalismo irritante, um garoto que despreza sua mãe, e por onde passa conta sua história e comove as pessoas, uma criança repleta de dificuldades e cheia de traumas. 
Aos poucos vai livrando-se delas, graças a um personagem um tanto estranho, que apenas se comunica escrevendo em um bloco de notas, mais tarde ele vem a descobrir que aquele homem é seu avô. Por um certo tempo o homem  acompanha-o em sua jornada, mas nem ele consegue aturar mais a obsessão do garoto.

O diretor Stephen Daldry (O Leitor) fez um bom trabalho, mas o crédito vai para o roteirista Eric Roth (Forrest Gump) soube fazer com que nos emocionássemos com a história, com toda a trajetória do menino, e as lembranças de seu pai. O final é o que vale ter assistido, Sandra Bullock arrasou em seu papel dramático, no princípio apagada, mas uma reviravolta faz com tenhamos uma outra perspectiva da história. Oskar é um garoto chato, irritante, mas soube guiar a história muito bem, pois o personagem pedia que fosse assim, todas aquelas manias dele, por exemplo: andar com um pandeiro pelas ruas para se sentir mais calmo, é uma das implicâncias que criamos para com o personagem.
O atentado de 11 de setembro é apenas um pano de fundo para a história de um garoto estranho, que sofre pela ausência de um pai, que era tudo na sua vida. 
É admirável que ainda tenham a capacidade de inovar diante a um fato já tão explorado pelo cinema.
É impossível assistir e não se emocionar com este filme!



=/







Faço menos planos e cultivo menos recordações. 
Não guardo muitos papéis, nem adianto muito o serviço. 
Movimento-me num espaço cujo tamanho me serve, 
alcanço seus limites com as mãos, 
é nele que me instalo e vivo com a integridade possível. 
Canso menos, me divirto mais, e não perco a fé por constatar o óbvio: 
tudo é provisório, 
inclusive nós.






Ler rapidamente aquilo que o autor levou anos para pensar é um desrespeito. 
É certo que os pensamentos, por vezes, surgem rapidamente, como num relâmpago. 
Mas a gravidez é sempre longa. Há frases que resumem uma vida. 
Por isso é preciso ler vagarosamente, prestando atenção nas idéias que se escondem nos silêncios que há entre as palavras. Eu gostaria que me lessem assim. 
Quer eu escreva como um poeta, no esforço para mostrar a beleza, ou como palhaço, no esforço para mostrar o ridículo, é sempre a minha carne que se encontra nas minhas palavras.

 Rubem Alves.




Deus dá a todos uma estrela.
Uns fazem da estrela um sol.
Outros nem conseguem vê-la.
 

- Rubem Alves.

Sem idéias, e com palavras para rimar!



Desprenda-se de tudo, até esqueça-se do mundo,
 mas não me esqueça, mesmo que amanheça... 
Que o amar te aqueça, a chegada lhe sirva de fortaleza. 
Que no silêncio escute a nossa frequência. 
Veja os caminhos percorridos, cada sonho sendo vivido, 
o longe mais  perto do que nunca, 
não esqueça, nem me esqueça, 
ainda que entardeça...



A medida certa.




Chorar para mim é algo que deve ser evitado ao máximo, talvez porque assim como o sorriso, as lágrimas também escancaram os nossos sentimentos, e isso, às vezes, é algo que prefiro esconder.

De vez em quando não tem jeito, não há como impedir que as lágrimas caiam sobre o meu rosto, é como um rio que se enche e começa a transbordar. Um turbilhão de sentimentos me invadem, assim como uma absoluta incapacidade de me controlar. É como se um terremoto interno me invadisse e abalasse as minhas estruturas, deixando-me fragilizado diante de algumas circunstâncias que a vida me empoe...

Essa questão de "demonstrar" para mim é um pouco complexa, pois se demonstrarmos demais o que sentimos, podemos passar uma imagem muito frágil e sensível (não que isso seja ruim, só acho que desta maneira as pessoas acabam nos subestimando). Por outro lado, se nós não demonstrarmos nada, passamos uma certa frieza, o que consequentemente fará com que as pessoas nos enxerguem como pessoas fortes ou até mesmo insensíveis (O que nem sempre é assim).

É preciso discernimento para encontrarmos "a medida certa" para demonstrarmos os nossos sentimentos. Dentro de nós existe um "medidor" exato que nós sempre devemos consultar. Ele situa-se do lado esquerdo do nosso peito e é popurlamente conhecido como coração. Na dúvida, é melhor deixá-lo falar mais alto.

É para você que vem ate esta humilde Sociedade!




Adoro à noite, gosto do mistério que a envolve, de observar o céu, as estrelas, a cidade... Me faz viajar em pensamentos, enchendo-me de inspiração.

É no silêncio da noite que organizo as minha ideias, que planejo como será o meu dia e as minhas metas para o futuro. E é também à noite que escrevo a maioria dos meus textos...

Geralmente no fim do dia, ou antes de dormir dou uma passada aqui na Sociedade, olho o blog, os textos, se a comentários, mas sabe o que chama a minha atenção? As pessoas que passam por aqui "em silêncio".

Vejo que várias pessoas sempre visitam o Blog, algumas até de outros países, porém a maioria não comenta, o que me enche de curiosidade. Eu fico me perguntando o que cada uma das pessoas que passam pela Sociedade espera encontrar a cada nova visita, a cada nova postagem...

Gosto do que escrevo, mas no fundo, escrevo para organizar os meus pensamentos. Para a minha surpresa as pessoas gostam e se identificam com algumas postagens, mas isso é consequência e não o meu principal objetivo. Por isso, sempre me pego a questionar: Por que você que está lendo este texto agora sempre vem "me ler" ou "me reler"? O que te trás aqui em meio a tantos outros Blogs? Sociedades?


Saber eu não sei, mas de qualquer maneira, obrigado por você vim ate esta Sociedade do Blog Alternativo! 

De ontem em diante




De ontem em diante serei o que sou no instante agora
Onde ontem, hoje e amanhã são a mesma coisa
Sem a idéia ilusória de que o dia, a noite e a madrugada
são coisas distintas
Separadas pelo canto de um galo velho
Eu apóstolo contigo que não sabes do evangelho
Do versículo e da profecia
Quem surgiu primeiro? o antes, o outrora, a noite ou o dia?
Minha vida inteira é meu dia inteiro
Meus dilúvios imaginários ainda faço no chuveiro!
Minha mochila de lanches?
É minha marmita requentada em banho Maria!
Minha mamadeira de leite em pó
É cerveja gelada na padaria
Meu banho no tanque?
É lavar carro com mangueira
E se antes, um pedaço de maçã
Hoje quero a fruta inteira
E da fruta tiro a polpa... da puta tiro a roupa
Da luta não me retiro
Me atiro do alto e que me atirem no peito
Da luta não me retiro...
Todo dia de manhã é nostalgia das besteiras que fizemos ontem



O Teatro Mágico






Viva o Livre!

Declaro aberto os portões desta Sociedade Alternativa. Sintam-se platéia de um palco cheio de personagens que nem eu sei de onde vieram.
A única coisa que sei é que eles estão dentro de mim e que vão começar a aparecer.

Melhor se acomodar, que a cortina já abriu...

Curiosidades..

Minha foto
"Eu acho legal o pessoal acessar o blog e não deixar um recadinho… É massa, é a mesma coisa que você cagar e não puxar a descarga… Porque querendo ou não você usou aquilo, pode ser num momento de merda, mas usou certo? Não custa deixar um recadinho falando… legal…"

Seguidores

Eu queria ser poeta. Mais sou apenas um contador de historias.