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    ''O direito a ser iguais, quando a diferença nos inferioriza; o direito a ser diferentes, quando a igualdade nos descaracteriza''.

Informação geral.


Depois de algum tempo tendo problemas com o blog, hoje dia 17 de Setempro de 2013 eu consegui arrumar o lealt e o template. Estarei postando alguns textos que já tenho pronto. E para deixar bem claro, todos os textos que aqui são postados são registrados por data e hora de postagem pelo blogspot que faz parte do google.com. Os textos que não são de minha autoria terão o nome do autor em baixo do texto em questão. Já os que não têm nome por logica devera ser os meus. Espero que gostem do blog, e agradeço se puderem comentar as postagens.

Grato: Welder Campos Rodrigues.

Sobre a vida que passa, memorias que ficam e a luta da sobrevivência!




Nós, seres vivos, não somos infinitos, somos uma espécie de ciclo.
Ciclos que se estendem em imensidões e em formatos que desconhecemos, mas que esbarramos durante nossas existências.
Quando um estudante está no terceiro ano do seu ensino médio ele está no fim de ciclo, ao invés de um do primeiro que está apenas começando a riscar com um giz seu caminho. E isso é óbvio.
O inusitado dessa situação é que não reparamos que esses ciclos se colidem. E se consolidam em algo maior, tornando a herança de um colégio ou instituição.
No fim das contas, todos terão seus ciclos concluídos. Diversos momentos e instantes das vidas de milhares.
Porém na existência e duração da edificação que recebeu esses seres, foi apenas um longo e extenso registro. Podemos chamar isso de história. Mesmo com seus pós, prés e reformas, o lugar permaneceu o mesmo.
Nossas vidas também não são momentos isolados, são ciclos e mais períodos que se completam. Não devemos ficar tristes ao lidar com um fim ou uma espécie de ruptura em nossas vivências rotineiras.
Fins são apenas recomeços ou começos de coisas diferentes.
O fim do colegial é o início da vida adulta e rodeada de responsabilidades, porém com novas licenças. O término de um ensino superior é o despertar de uma carreira e quiçá uma vocação.
Momentos difíceis são como estiagens, sempre possuem um fim. E o que vem após isso é alegria, é florescer, é renascer de coisas antigas com rostos novos. Momentos passam, lembranças ficam, lágrimas correm e apertos no coração nos seguem pelo resto da vida. Dolorosas como agulhas no novelo de lã.
Porém essas coisas são o que tecem nossas vidas. Agulhas são os sentimentos, em alguns momentos são agudas como em espetares de sentimentos tristes. Ou são construtivas ao tecer nossas novas circunstâncias e perspectivas ao formar o que realmente somos.
Como uma costureira após desgastes e embaraços constrói uma blusa, uma calça ou algo diverso, em nossas vidas estamos montando uma peça, uma trama, um desenlace para tudo que deixamos sem explicação. Construímos um ciclo, sem muitas vezes reparar nisso. E nunca realmente percebemos que este é formado de milhares e milhares de pontos e remendos que também são ciclos, que são imensos e infinitos por si só.
Se você procurar algum tecido e olha-lo atentamente e com muito cuidado, reparará que este é feito de diversas ligações. Nossas existências são como isso. Em cada fio existem diversos ligamentos e ligações.
E em um pedaço de tecido existem milhares e às vezes milhões de fios. Somos todos imensos e complicados. Porém juntos, mesmo sem perceber ou querer, somos uma manta, uma trama inteira. Um livro cheio de palavras iguais mas ao mesmo tempo diferentes.
Um dicionário com verbetes de origens das mais diversas. Um aparelho eletrônico com ‘’trocentas’’ peças e características.
Nós nos sentimos independentes... e somos.
Porém, somos ligados aos outros deste mundo caótico.
Seja à pessoas mortas ou vivas. Os mortos vivem nas lembranças e legados que deixaram. Os vivos morrem em seus trabalhos e afazeres diários.
Todavia, tudo pulsa e tudo faz o mundo girar e se manter vivo. No final, não estamos sós. Nunca terminamos, sempre deixamos parte de nós aonde quer que estejamos. Como impressões digitais ou rastros na terra.
A vida não tem fim.
Estou terminando uma parte de minha vida, ano que vem nada será o mesmo, serei um Pós- Graduado em Gestão Ambiental, mas tenho a impressão que estarei no mesmo lugar ainda.
Chorarei e me envolverei com outros textos e atos, talvez esqueça coisas que fiz este ano. Porém acho que a melhor parte permanecerá em minha memória. Talvez de modo vago como uma canção esquecida ou dolorosa como uma cicatriz de um ferimento grave.
Todavia, terei lembranças e farei novas lembranças. No fim das contas, perceberei que minha vida foi diversa e que pareceu terminar em alguns pontos ou ruir em outros, mas que no produto foi apenas algo homogêneo.
Eu nunca me esquecerei desta ideia, e preciso me lembrar disso para não me desapontar na estrada.
Preciso lembrar que estou à beira de um fim, um cessar de algo pequeno como uma sala de um apartamento, para logo após encarar a imensidão de um universo extenso e vasto como meus sonhos.
Não se esqueça, que lágrimas ou problemas até mesmo frustrações de uma promoção no emprego que não veio, são coisas bem menores do que os oceanos que você ainda terá que encarar daqui para frente. Esta é a vida adulta.
Somos profusos, cheios de fusos e sempre confusos. Existimos. Estamos. Permanecemos. Mudamos. Vivemos. Morremos. Porém nunca deixamos de ser.



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Declaro aberto os portões desta Sociedade Alternativa. Sintam-se platéia de um palco cheio de personagens que nem eu sei de onde vieram.
A única coisa que sei é que eles estão dentro de mim e que vão começar a aparecer.

Melhor se acomodar, que a cortina já abriu...

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