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    ''O direito a ser iguais, quando a diferença nos inferioriza; o direito a ser diferentes, quando a igualdade nos descaracteriza''.

Informação geral.


Depois de algum tempo tendo problemas com o blog, hoje dia 17 de Setempro de 2013 eu consegui arrumar o lealt e o template. Estarei postando alguns textos que já tenho pronto. E para deixar bem claro, todos os textos que aqui são postados são registrados por data e hora de postagem pelo blogspot que faz parte do google.com. Os textos que não são de minha autoria terão o nome do autor em baixo do texto em questão. Já os que não têm nome por logica devera ser os meus. Espero que gostem do blog, e agradeço se puderem comentar as postagens.

Grato: Welder Campos Rodrigues.

Cair e levantar, não importa, nunca irei desistir.



Para começar o ano de 2013 eu só tenho a falar que eu:


Tive cuidado.
Eu olhei duas vezes antes de atravessar, mantive o dedo distante das tomadas, me agasalhei no frio e usei protetor solar no verão.
Eu cuidei aqui e ali de umas coisinhas, de uma listinha básica da vida.
Eu juro que olhei duas vezes antes de atravessar… Mesmo assim, cercado de cuidados internos, um algo qualquer passou por cima.
Não sei, não tive tempo de ver.
Na maioria das vezes eu nunca vejo.
O asfalto não é alívio para o corpo.
Erguer-se novamente nas próprias pernas fica sempre alguns por cento mais demorado. E doido. Doído, com acento e sem.
Passei lá minhas pomadas, costurei as roupas, enxuguei os olhos, mas como, meu Deus, como passa o trauma?
Todas as ruas parecem um destino ao próximo acidente.
Ou seja, brevemente falando em outros parágrafos para não confundir: todo novo passo é um atropelo.
Ah, como eu queria andar sob pernas de pau que se quebrariam antes de mim.
No choque com o chão eu já nem seria mais eu e tudo se refaz mais fácil como novas pernas de pau. Melhor adormecer na queda, mas eu sou como o pão que cai com a manteiga virada para baixo: caio com a consciência plena da dor.
Não adormeço e nem me mexo.
Condenado ao atropelo, de fato.
E o que posso dizer?
O quão frustrante é viver na regra de cuidados que não me cuidam?
O quão estranho era se proteger e tanto se quebrar?
Eu devo estar esquecendo algum detalhe…
Ou, quem sabe, algum detalhe que me esqueceu.


Este texto é sobre a força de vontade que queima dentro de mim como o fogo que alimenta a alma de uma Fenix, sobre a minha ignorância como homem, sobre o meu crescimento, meu amadurecimento e para que saibas que nada ira fazer com que eu desista do amor que tenho dentro do meu coração.

Só não deixe que eu morra. 



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Viva o Livre!

Declaro aberto os portões desta Sociedade Alternativa. Sintam-se platéia de um palco cheio de personagens que nem eu sei de onde vieram.
A única coisa que sei é que eles estão dentro de mim e que vão começar a aparecer.

Melhor se acomodar, que a cortina já abriu...

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